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sexta-feira, 17 de junho de 2011

INAUGURAÇÃO DE BIBLIOTECA EM LARANJAL DO JARI

Foi inaugurada, hoje (17/06/2011) às 10 horas, uma biblioteca em Laranjal do Jari, nas dependência da Escola Municipal de Ensino Fundamental Raimunda Rodrigues Capiberibe.
A construção da biblioteca foi uma parceria do SESI (Serviço Social da Indústria) com a Prefeitura Municipal de Laranjal do Jari. A arquitetura do prédio da biblioteca é moderna e bela; sendo a cobertura em formato de um livro aberto. A acervo atenderá os alunos da escola Raimunda Capiberibe e comunidade laranjalense. 
A comunidade escolar compareceu em pequeno número à inauguração que também contou com a presença da prefeita, da secretária de educação e outras autoridades como representes das empresas públicas, concessionárias de energia elétricas Eletronorte, Eletrobrás e vereadores de Laranjal do Jari.


Visão parcial da biblioteca do SESI

A arquitetura é moderna

População compareceu à inauguração da biblioteca

População e autoridades durante a inauguração da biblioteca
Ambiente agradável e moderno. Beneficiará alunos e comunidade local

O teto possui o formato de um livros aberto

A comunidade da Escola Raimunda Capiberibe está feliz com essa conquista

Biblioteca do SESI, prontinha para inauguração


segunda-feira, 13 de junho de 2011

Uninter promove campanha de arrecadação de livros para o Projeto Rondon

O Grupo Educacional Uninter está arrecadando livros para doar ao município de Laranjal do Jari/AP. A iniciativa partiu dos voluntários da Facinter que participarão do Projeto Rondon na Operação Oiapoque, que é realizada pelo Ministério da Defesa na região Norte.
De acordo com o prof. Marcos Rogério Maioli, coordenador dos alunos do Grupo Uninter no Projeto Rondon, é possível contribuir  com os munícipios, simplesmente doando um livro. Os alunos e professores levarão para a biblioteca do município e também distribuirão a população durante as atividades. “Buscamos contribuir com o futuro desta comunidade e incentivamos a todos que procurem em sua estante aquele livro que há muito tempo não é lido para compartilhar o conhecimento que está parado na sua estante”, explica Maioli.
O coordenador orienta que os doadores escrevam nome e e-mail para que um cidadão  da localidade possa enviar um agradecimento. As doações serão recolhidas dos postos de entrega em todas nas Unidades da instituição: Tiradentes - Rua Saldanha Marinho, 131; Unidade Garcez - Av. Luiz Xavier, 103 e Unidade Divina - Rua do Rosário, 147.
O Projeto Rondon é coordenado pelo Ministério da Defesa, com a colaboração da Secretaria da Educação do Mistério da Educação (MEC) e diversos órgãos civis para integração social por meio da participação voluntária de estudantes universitários.

Fonte: www.paranashop.com.br

terça-feira, 7 de junho de 2011

Professores perdem equivalente a 2 meses de aulas com tarefas administrativas


Levantamento do Banco Mundial feito em três estados brasileiros mostrou o tempo que se desperdiça com atividades não pedagógicas. O Rio teve o pior índice, 31%, contra 27% de Minas e Pernambuco.

Quem acompanhou as reportagens especiais que o Jornal Nacional exibiu, no mês passado, sobre os problemas da educação no Brasil, viu como a qualidade do ensino depende de muitos fatores, em graus diferentes.
Nesta segunda-feira (6), a conclusão surpreendente de uma pesquisa do Banco Mundial sobre o uso do tempo dentro das salas de aula.
Livros, cadernos, cartazes coloridos. É só a professora dar as costas para , que a atenção da turma dispersa. Ela para e bota ordem na sala de novo. Um levantamento do Banco Mundial mostrou o tempo que se perde com atividades não pedagógicas.
No Brasil, foram pesquisados três estados: Rio, Pernambuco e Minas Gerais. Mesmo durante a aula, os professores pernambucanos passam 8% do tempo fora da sala. No Rio e em Minas, o índice é de 3%.
Nos três estados, os professores perdem muito tempo com o que a pesquisa chama de administração da sala de aula. O Rio teve o pior índice, 31%, contra 27% de Minas e Pernambuco.
Isto significa que durante uma aula de 50 minutos, o professor gasta 17 minutos com tarefas como limpar o quadro, distribuir e recolher deveres de casas, fazer chamada e disciplinar a turma. O tempo que o professor do Rio de Janeiro gasta com essa administração da sala de aula é o dobro do considerado ideal.
Nos países desenvolvidos, o professor gasta apenas 15% do tempo com tarefas administrativas. A maior parte da aula é mesmo para ensinar. No Brasil, o tempo desperdiçado equivale a dois meses de aulas por ano.
“A maioria dos professores trabalha em dois lugares diferentes, então não tem tempo para preparar as aulas”, declarou Barbara Bruns, do Banco Mundial.
Para tentar mudar esses números, o Rio de Janeiro começou a testar uma nova técnica, que praticamente aposenta o velho quadro. O professor agora tem na sala de aula um telão ligado na internet, com conteúdo didático, tarefas, pesquisas, para envolver mais os alunos e tornar o aprendizado mais eficiente.
“O professor se vira de costas e as crianças perdem a concentração, quer dizer, nós precisamos ter uma forma de ensinar em que o menino, a criança é chamada a participar muito mais e possa ter a sua participação na forma de fala em cima do objeto de aprendizagem” explicou a secretária municipal de Educação do RJ, Cláudia Costin.
fonte g1.globo.com/jornal-nacional