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sábado, 26 de maio de 2012

Valorizar os professores traz melhores perspectivas para o futuro da educação

Sabemos que a realidade das escolas poderá ser mudada se, sobretudo, as metas propostas estiverem apoiadas na confiança, na ação e no empenho dos professores





     
Por Francisca Romana Giacometti Paris ,
www.administradores.com.br
 
No fim de 2010, o Ministério da Educação apresentou um projeto que estabelece quais são os objetivos da educação para esta década (2011-2020). O texto traz vinte metas, que pretendem, ao longo do período, alterar a realidade das escolas no sentido de qualificar o atendimento, principalmente no ensino básico. Todas as metas poderão ser atingidas desde que haja políticas públicas consistentes, continuidade dessas políticas e investimento na formação e valorização do quadro de professores.
O objetivo de assegurar a todas as crianças e jovens o ensino básico e permitir que eles concluam seu processo de escolarização básica pode continuar sacrificando a qualidade em função da quantidade.
Todavia, sabemos que a realidade das escolas poderá ser mudada se, sobretudo, as metas propostas estiverem apoiadas na confiança, na ação e no empenho dos professores. Isso significa que, se os professores não acreditarem na força e na seriedade das políticas educacionais e não as efetivarem no contexto das escolas, o Plano Nacional de Educação (PNE) será apenas mais um plano bem intencionado, porém ineficaz. Deve existir um projeto social e político que aponte, por meio de ações concretas, o desejo de se transformarem significativamente as metodologias e os conceitos que hoje determinam os fazeres escolares.
Ninguém ignora que é a intervenção pedagógica adequada dos educadores que faz quase toda a diferença na escola. Todos defendem a ideia de que a atividade docente está cada vez mais complexa e exigente; no entanto, também é consensual a ideia de que a carreira docente com um estatuto social decadente, formação fragilizada e remuneração baixa não atrai à profissão os estudantes mais qualificados nem anima os melhores profissionais a se manterem nas escolas públicas.
Em um tempo em que nós, a sociedade como um todo e as autoridades educacionais buscamos uma escola que atenda mais e melhor à população que dela faz uso, é imprescindível que medidas palpáveis sejam estabelecidas a curto e médio prazo, a fim de tornarmos a carreira docente um pouco mais atraente.
É preciso que os jovens sejam motivados a serem professores e encontrem incentivo e sentido no magistério. Uma profissão que não consegue atrair os "bons" com certeza será ocupada por aqueles que, do ponto de vista profissional, não tiveram opções melhores. Assim sendo, estaremos encaminhando pessoas desmotivadas à carreira docente, sem empenho e, sobretudo, que não acreditam que podem. Por isso mesmo, elas provavelmente não farão a diferença, uma vez que não "escolheram", mas foram social e economicamente "escolhidas" para serem professores.
Valorizar o magistério é essencial para que os professores possam realizar suas tarefas com dignidade. É evidente que apenas oferecer um salário maior não irá comprometer nem qualificar o corpo docente, visto que possibilidades culturais e de lazer são também fundamentais; é imprescindível que haja políticas de ampliação das remunerações. Isso, aliado a políticas de avaliação externa de docentes, discentes e gestores, que indiquem intervenções técnicas de nossos gestores públicos, a fim de dar saltos na qualidade da escola pública.
Para inverter o "desprestígio" da carreira de professor, é imperativo que se efetivem medidas claras de formação continuada dos docentes e, ao mesmo tempo, se definam com clareza novas condições para o exercício da profissão. O PNE 2011-2020 aparece em hora propícia e deseja o desenho de um novo projeto social para a escola pública. Todavia, o primeiro e mais importante passo para tal empreitada é devolver a decência à docência.
Pensando de um modo mais amplo, quais são os caminhos para melhorar a situação da educação brasileira? Além de qualificar continuamente o professor, há mais três, que se complementam: continuar a melhoria da distribuição de renda, investir na formação pré-escolar, para que a criança chegue mais bem preparada à escola, e escolher materiais didáticos melhores, que dêem chance ao aluno de ter acesso a conteúdos de qualidade.
É claro que muitos professores desejam desenvolver seu próprio método de ensino e currículo, mas, no caso principalmente dos docentes com baixa qualificação profissional, esta é a verdadeira receita para o fracasso. Isso porque a construção de um fazer pedagógico deve apoiar-se em um material didático cuja função seja instrumentalizar e orientar o educador para a reflexão e a tomada de decisões direcionadas ao aprendizado. E isso é o que o sistema de ensino faz.
Materiais didáticos estruturados (ou "sistemas de ensino") são cadernos de uso individual que organizam o currículo da escola e os conteúdos das disciplinas, aula a aula. Podem ainda orientar os professores e acompanhar o desempenho dos alunos, o que otimiza o aproveitamento do tempo em sala de aula, favorece o estudo do aluno em casa e incrementa o domínio do conteúdo pelo professor. Isso porque um sistema estruturado de ensino configura-se como um conjunto de soluções que vão além do material didático. Ele inclui, por exemplo, tecnologias educacionais, portal educativo, formação continuada de professores, avaliação e acompanhamento da aprendizagem do aluno, entre outras, as quais, juntas, resultarão em um melhor desempenho escolar.
A grande diversidade de sistemas de ensino em uso traz a inevitável preocupação com a qualidade, necessariamente vinculada a um adequado projeto pedagógico e editorial, cuidadosa produção e revisão do conteúdo. Não cabem improviso, reutilização de materiais segregados ou adaptações de conteúdos planejados para outras finalidades. As soluções que atendem às necessidades dos professores e alunos devem ser trabalhadas de forma precisa, desde o planejamento editorial até a produção gráfica.
Em educação, não há uma solução milagrosa para tudo. É preciso combinar diferentes alternativas e esforços. Sem a cooperação do poder público – gerando políticas eficazes –, da iniciativa privada – produzindo conteúdos de qualidade para alunos de todas as classes sociais – e das associações de classe – auxiliando na formação continuada –, permaneceremos chorando sobre o leite derramado. Ou melhor, sobre os tristes índices da nossa educação.

(*) Francisca Romana Giacometti Paris é pedagoga, mestra em educação, diretora pedagógica do Ético Sistema de Ensino (www.sejaetico.com.br), da Editora Saraiva, e ex-secretária de Educação de Ribeirão Preto (SP)

Fonte: www.administradores.com.br

Governo do Amapá e Grupo Orsa assinam acordo para implantar projetos sustentáveis na floresta

O governador Camilo Capiberibe e o presidente do Grupo Orsa, Sergio Amoroso, assinaram na quinta-feira (24) um  Acordo de Cooperação Técnica,  que prevê o desenvolvimento comum de ações e negócios sustentáveis para o fortalecimento da região Sul do Estado.
Hoje, sexta-feira, 25, o governador fez uma visita técnica em Monte Dourado, onde está implantando o Projeto de Manejo Florestal do Grupo Orsa.
“Estamos começando uma parceria. Temos intenções em comum para o desenvolvimento do Sul do Amapá e a regularização de terras é o primeiro passo. Amanhã vamos conhecer de perto esse projeto de manejo sustentável”, disse o governador.
“Somos uma empresa que prima pela responsabilidade social, [essa responsabilidade social não é vista nem sentida em Laranjal do Jari]  o que está de acordo com a política deste governo. Com a regularização, os agricultores familiares terão segurança, assim como nós, que vamos ter aval jurídico para implantar novos projetos de geração de renda, além de aumentar a arrecadação de impostos”, finalizou Sérgio Amoroso.
O Grupo Orsa atua no Vale do Jarí onde há problemas de regularização fundiária. A empresa tem 42 glebas de terras no Amapá, entre as quais 27 estão tituladas. Restam 15 que ainda dependem da liberação do governo do estado. Com a liberação por parte do governador, a parceria vai iniciar o planejamento para o desenvolvimento de ações nos setores agrícolas e de agroindústrias da região.
O Grupo Orsa é um dos maiores do Brasil no setor de madeira, celulose e papel, com atuação também no mercado de produtos florestais não madeireiros. É referência mundial em manejo sustentável pela experiência produtiva no Vale do Jari, localizado entre o Pará o Amapá.

Fonte: www.inteligemcia.com.br

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Reunião de consulta pública na região amazônica

A quarta reunião de consulta pública do Padrão Slimf para Pequenos Produtores de Florestas Plantadas ocorreu em 10 de maio, no Clube Jariloca, em Monte Dourado, distrito de Almerim, no Pará, à beira do rio Jari. Na outra margem do rio, já é o estado do Amapá e a cidade de Laranjal do Jarí.
O encontro se estendeu pelo dia todo a fim dos 35 participantes (22 fomentados) contribuirem com a melhoria dos indicadores do padrão de certificação do Conselho de Manejo Florestal - FSC. “A certificação florestal gera expectativas e dúvidas, e muitas estão ligadas aos benefícios e aos custos diretos e indiretos”, resumiu um dos produtores.
É na região amazônica, entre os Estados do Amapá e do Pará, que está localizada a Fundação Orsa, do Grupo Orsa, o qual fomenta pequenos produtores de Eucalipto. Os fomentados são fonte de madeira certificada para a Jari Celulose Papel e Embalagens, uma das empresas do Grupo. Em2000, o Grupo Orsa passou a controlar o polo industrial do Jari. Em 2004, a Orsa Florestal recebeu a certificação do FSC de 545.000 hectares, sendo a maior área de manejo florestal certificado pelo selo.

Economia florestal na Amazônia

O apoio da Fundação Orsa às comunidades do Pará e do Amapá trouxe à reunião de consulta pública questionamentos oriundos das localidades de Pimentel, Estrada Nova, São Benedito, Parreiras, Monte Sião, Matadouro, Vila do Braço, além de Laranjal do Jari e de Almerim. Maria do Socorro, possui 48 hectares de terra e planta desde os 11 anos de idade. Com a mudança para o plantio de Eucalipto, ela hoje consegue dar uma qualidade de vida aos  filhos que ela mesma não teve.
Sendo referência de atuação em sustentabilidade, a Fundação Orsa propicia a produtores de uma das mais distantes regiões do Brasil ganhar um novo futuro. “A atuação da Fundação Orsa é decisiva no desenvolvimento do manejo sustentável das plantações, e floresta bem planejada gera renda, permitindo que o produtor mantenha suas atividades de agricultura familiar”, salienta Maximiliano Roncoletta, analista de conservação florestal do WWF-Brasil, ONG dedicada à conservação das áreas verdes e apoiadora internacionalmente do selo FSC. “Incentivar a produção de madeira para a fabricação de celulose por plantações de árvores certificadas que crescem rápido, como o Eucalipto, é vislumbrar o caminho para o verdadeiro desenvolvimento sustentável,” alerta Roncoletta.
Plantar árvores é uma prática de Norte a Sul do Brasil, mas a legislação frente aos interesses econômicos vigentes na região pode ser sentida não somente pelos debates. Há controvérsias com relação à conversão de áreas em locais que foram desmatados de forma legal depois de 1994. O padrão de certificação do FSC para o manejo florestal em pequena escala e de baixa intensidade diz que as áreas de manejo florestal devem ser protegidas de extração ilegal e plantações estabelecidas em áreas convertidas de florestas naturais depois de novembro de 1994, normalmente, não deverão ser qualificadas para a certificação. E se o desmatamento foi legal, depois de 1994, é possível certificar a área?
Outro ponto a ser clareado é a definição de unidade de manejo na região amazônica após serem descontadas as áreas de preservação permanente e de reserva legal. Quanto às florestas de alto valor de conservação, um corredor ecológico, formado por áreas de preservação permanente, pode ser considerado uma floresta de alto valor de conservação? 
O fogo controlado é um dos mais antigos instrumentos utilizados pela espécie humana para o manejo e ocupação da terra. É uma alternativa legal, barata, mas causa danos à qualidade do solo. Quais são as orientações em relação ao uso do fogo no padrão de certificação FSC?
Orientações em relação às leis trabalhistas no cenário rural e situações de falência da empresa fomentadora despertaram interesse durante a reunião. Com contrato de fomentado o produtor está amparado, mas se a empresa quebrar o que acontece com o fomentado?
Nenhum dos presentes, porém, negou que o manejo florestal sustentável é a opção mais adequada na Amazônia para produzir madeira, mantendo a floresta em pé.

Curauá no meio da floresta plantada

Antes da Orsa Florestal o desmatamento ilegal para vender madeira às serrarias e carvão vegetal às siderúrgicas era comum na região. Com a complexa operação de manejo florestal certificado, que compreende um ciclo de 30 anos, parte do programa de fomento da Fundação Orsa incentiva e dá treinamento ao cultivo consorciado do Curauá. A solução vem mudando a realidade de diversas famílias do Vale do Jari. Pequenos agricultores passaram a ter fonte alternativa de renda, recebendo orientações desde a seleção das mudas até a comercialização da fibra do Curauá, que é extremamente resistente (quatro vezes superior à fibra do Sisal), além de ser dez vezes mais barata que a fibra de vidro.Além de biodegradável e leve, é utilizada em revestimentos internos de automóveis entre outras aplicações industriais.
Em uma área manejada com selo FSC, cada árvore tem um código para ser possível rastrear a origem do produto e atestar que deriva de procedimentos sustentáveis. Mas não basta cuidar dos impactos na vegetação se não se é exigente quanto à segurança dos trabalhadores. A operação de manejo no Jari leva em conta equipamentos de proteção individual (EpI).“Tivemos treinamento sobre procedimentos de segurança”, concordam os pequenos produtores durante o encontro.

 Fonte: www.florestascertificadas.org.br

NOVAS REGRAS PARA O ENEM 2012

Margem de dispersão da nota dos corretores foi reduzida para 200 pontos. Inscrições começam nesta segunda-feira (28); provas serão em novembro.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, apresentou na tarde desta quinta-feira (24) as novas regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2012. As principais mudanças ocorreram na prova de redação, que terá um novo sistema de correção. Segundo o ministro, o MEC decidiu criar "filtros mais precisos para avaliar" a redação. As inscrições para o Enem serão abertas na segunda-feira (28) e vão até o dia 15 de junho. A prova será nos dias 3 e 4 de novembro. O Enem é utilizado por muitas universidades públicas para o acesso ao ensino superior.
Pelo novo sistema, cada prova será corrigida por dois corretores independentes, que avaliarão cinco competências. Caso as notas estejam dentro da margem de dispersão de 200 pontos, a nota final será feita a partir de uma média aritmética das duas avaliações. Até o ano passado, a margem de dispersão era de 300 pontos (a nota final do Enem varia de 0 a 1.000).
No entanto, se a diferença da nota final entre dois avaliadores for maior que 200 pontos, haverá uma terceira correção. Se persistir a diferença, uma banca com outros três avaliadores vai corrigir a redação. A banca será composta de três avaliadores e coordenada por um professor doutor.
A redação deve cumprir cinco competências exigidas pelo Inep, cada uma vale 200 pontos, para o total máximo de 1.000 pontos. Se em qualquer uma das cinco competências uma discrepância acima de 80 pontos, um terceiro corretor avaliará a prova. O processo já acontecia no ano passado, porém, a partir de 2012, a prova será encaminhada a uma banca certificadora caso, na terceira nota, também persista a dispersão.
De acordo com o ministro, o edital com as novas regras será publicado no "Diário Oficial da União" de sexta-feira (25). "Todas as mudanças criamos comitê científico discutimos intensamente para chegar a essas conclusões e estamos bastante preparados para enfrentar este grande desafio para fazer o Enem mais seguro e que de tranquilidade para os jovens que vão participar desse processo", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
O Ministério da Educação decidiu após uma polêmica judicial, em janeiro deste ano, cancelar a primeira edição do Enem de 2012, prevista para abril. Uma portaria de 18 de maio de 2011 havia anunciado que, a partir de 2012, o Enem seria realizado duas vezes por ano. A mesma portaria havia fixado a data da primeira edição do exame para os dias 28 e 29 de abril.

 Fonte: www.jornalagazeta-ap.com

quinta-feira, 24 de maio de 2012

ADIADA ASSEMBLEIA DO SINSEPEAP

A Assembleia do Sinsepeap marcada para hoje, 24/5 foi adiada e irá acontecer amanhã.

Assembléia Geral do SINSEPEAP dia 25 (sexta-feira) de maio às 17 horas na Quadra do Colégio Amapaense (CA) com credenciamento a partir das 15 horas. Pauta: Negociação com o GEA.
Apenas terão acesso a Assembléia Geral os (as) Educadores (as) Sindicalizados (as), por isso é necessário levar a carterinha de Sócio ou Contra-Cheque Atual e Carteira de Identificação com Foto.
Aguardamos a presença de todos (as) os (as) sindicalizados (as).
  Fonte: educacaoemgreveap.blogspot.com.br

PROTESTO DE MOTOTAXISTAS

Está ocorrendo agora 16:30 hs um protesto de mototaxistas na Avenida Tancredo Neves. Os mototaxistas interditaram a Avenida Tancredo Neves juntamente com a Rua da Usina com suas motos, pedras e outros objetos. Participam do protesto cerca de 50 mototaxistas.
De acordo com alguns manifestantes, o objetivo do protesto é chamar a atenção das autoridades para que viabilizem ações no sentido de coibir a prestação do serviço de forma clandestina. Segundo eles o número de mototaxistas clandestinos que estão trabalhando pelas ruas de Laranjal do Jari é muito grande estimado em mais de 100.
Atualmente existem 150 mototaxistas legalizados na associação da categoria.
A polícia foi acionada para liberar o trânsito nas duas vias. 





ESTUDANTES BRASILEIROS SÃO PREMIADOS NOS ESTADOS UNIDOS


Nove estudantes brasileiros do ensino médio foram premiados esta semana na Intel ISEF (International Science and Engineering Fair), uma das feiras de ciência mais disputadas do mundo, que acontece nos Estados Unidos. Este ano o evento se deu em Pittsburgh, na Pensilvânia.
Os estudantes competiram por mais de US$ 4 milhões em prêmios e foram julgados pela sua capacidade criativa e pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada em seus projetos.
A delegação brasileira contou com 33 estudantes, que levaram 21 projetos ao ISEF. O principal objetivo a feira é identificar, valorizar e gerar oportunidades para jovens que demonstrem talento ligado à ciência e à engenharia
.Entre os vencedores estão os estudantes Eduardo Thadeu Rodrigues, 19, e Juliana Hoch, 18, da Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, Novo Hamburgo (RS). 
Eles levaram à feira o projeto "Facilitando a conservação da vida - Alternativas de separação de Ácido Lactobiônico e Sorbitol" e ganharam US$ 1.000, chegando à terceira colocação.Além deles, estudantes de outros quatro estados também foram premiados.

Quer conhecer um pouco sobre a ISEF e, quem sabe, já ir preparando um projeto para o ano que vem? Dá uma olhada no vídeo abaixo.