Os servidores estaduais em educação que atuam no município de Laranjal do Jari fizeram uma manifestação ontem, 4/5 na Avenida Tancredo Neves em frente à Escola Estadual Profª Sônia Henriques Barreto. O protesto foi organizado pela Executiva Municipal do SINSEPEAP (Sindicato dos Servidores em Educação do Amapá) de Laranjal do Jari, contou a participação de cerca de cinquenta manifestantes e teve como objetivo pressionar o governador Camilo Capiberibe a atender às reivindicações feita pela categoria da educação a nível estadual como o reajuste salarial que equipare ao Piso Nacional do Magistério, já definido em Lei Federal no valor de R$ 1.451,00 e atualização do pagamento das progressões e promoções devidos aos professores estaduais entre outras. No entanto, o governador não compareceu para reinauguração da referida escola, mas a manifestação serviu para esclarecer a sociedade de Laranjal do Jari sobre os motivos da greve dos servidores da educação e demonstrar solidariedade ao movimento grevista que está acontecendo em Macapá.
sábado, 5 de maio de 2012
DIA DE INAUGURAÇÕES EM LARANJAL DO JARI
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* Ribamar Pereira, o homenageado
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Foi inaugurada ontem, 5/5/12 a Biblioteca Pública Municipal em conjunto com o Núcleo de Tecnologia Educacional Municipal, NTEM. O nome da Biblioteca é uma homenagem ao professor José Ribamar Pereira, um dos pioneiros na educação formal do Vale do Jari (Monte Dourado e Laranjal do Jari) e que tem prestado relevantes serviços na área educacional de nossa região na função docente.
Os espaços de ambas as instituções contam com 28 computadores com acesso à internet e um acervo de cerca de dois mil livros.
A Biblioteca estará a serviço de toda a comunidade, especialmente estudantes que necessitam fazer leituras e realizar pesquisas e serão imprescindíveis na formação estudantil e construção do conhecimento da sociedade laranjalense, já que antes a cidade não dispunha de tais espaços públicos e instrumentos ensino/aprendizagem.
A Biblioteca José de Ribamar Pereira está localizada provisoriamente na Rua Tiradentes ao lado da Igreja Católica já que o prédio onde está funcionando é alugado.
Além da Biblioteca Municipal foi inaugurado, também o Porto Hidroviário de Laranjal do Jari; com instalações modestas para o tamanho e estrutura da área portuária, mas que será importante para controlar o fluxo de mercadorias e serviços na cidade e uma importante fonte arrecadação de tributos para os cofres do município.
Os espaços de ambas as instituções contam com 28 computadores com acesso à internet e um acervo de cerca de dois mil livros.
A Biblioteca estará a serviço de toda a comunidade, especialmente estudantes que necessitam fazer leituras e realizar pesquisas e serão imprescindíveis na formação estudantil e construção do conhecimento da sociedade laranjalense, já que antes a cidade não dispunha de tais espaços públicos e instrumentos ensino/aprendizagem.
A Biblioteca José de Ribamar Pereira está localizada provisoriamente na Rua Tiradentes ao lado da Igreja Católica já que o prédio onde está funcionando é alugado.
Além da Biblioteca Municipal foi inaugurado, também o Porto Hidroviário de Laranjal do Jari; com instalações modestas para o tamanho e estrutura da área portuária, mas que será importante para controlar o fluxo de mercadorias e serviços na cidade e uma importante fonte arrecadação de tributos para os cofres do município.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
SERVIDORES EM EDUCAÇÃO NO AMAPÁ PEDEM O APOIO DA AL
As
manifestações dos trabalhadores da educação ganharam quarta-feira (02/4) a
importante adesão da Assembleia Legislativa como mediadora do conflito
envolvendo o servidores em edcucação e o
Governo do Estado. Após manifestação pela Avenida FAB os grevistas foram convidados pelo presidente Assembléia Legislativa, Moisés Souza para
participarem da sessão e construírem uma proposta visando o fim da
greve com a definição do reajuste salarial e por fim à greve.
Um acordo entre os parlamentares, como a deputada Roseli Matos (DEM), que cedeu o tempo que ocuparia a tribuna no chamado grande expediente da sessão desta quarta-feira. Em seu lugar, subiu ao parlatório o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Amapá (Sinsepeap), o professor Aroldo Rabelo. Também tiveram acesso ao plenário os membros da Comissão de Negociação, Cristiane Barbosa, Marcos Belo, Jorge Garcia, Otávio Brito, Eneida Silva e Sandro Dutra.
Um acordo entre os parlamentares, como a deputada Roseli Matos (DEM), que cedeu o tempo que ocuparia a tribuna no chamado grande expediente da sessão desta quarta-feira. Em seu lugar, subiu ao parlatório o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Amapá (Sinsepeap), o professor Aroldo Rabelo. Também tiveram acesso ao plenário os membros da Comissão de Negociação, Cristiane Barbosa, Marcos Belo, Jorge Garcia, Otávio Brito, Eneida Silva e Sandro Dutra.
O representante da categoria enumerou um verdadeiro rosário de
dificuldades dos educadores a partir do fim da greve do ano passado,
quando uma série de compromissos foram assumidos pelo Governo do Estado,
mas que não foram cumpridos. Entre eles, a redução da tabela de
progressões do plano de carreira, pagamento das progressões e até uma
tentativa de acabar com a data-base. “Em nome da maior categoria de
trabalhadores estaduais viemos pedir à Assembleia, entre tantos outros
milhares de pedidos, que seja olhado, analisado e avaliado o projeto do
Executivo para o reajuste dos servidores da educação”, disse Aroldo
Rabelo.
O sindicalista explicou como foram as várias tentativas de negociação
do Sindicato com o Governo do Estado, para a definição do reajuste da
educação, de modo a se alcançar o piso salarial definido pela União.
Disse que abriram mão do piso nacional (33,7%), mas a proposta de chegar
a 20% até outubro, ou seja, 15% agora e outros 5% só no fim do ano, não
está sendo aceita de maneira intransigente, sob a alegação da falta de
recursos. “Até as promoções foram substituídas pelas progressões, como
quer o governo, mas parcelados em 18 meses o que fará com que alguns
trabalhadores recebam até R$ 3,95 de parcela, uma afronta à nossa
categoria”, disse Rabelo.
O deputado Edinho Duarte (PP) lembrou que o argumento da falta de
recurso é descabido. Disse que na votação do Orçamento Anual para 2012,
no fim do ano, a Assembleia Legislativa aprovou só em Emendas
parlamentares só para a Educação, R$ 156 milhões a mais do que a
proposta orçamentária enviada pelo Governo do Estado. “E o governador
ainda foi ao Supremo Tribunal Federal junto com o PSB Nacional com uma
Ação Direta de Inconstitucionalidade que foi derrubada pelo ministro
Ricardo Lewandowski, então vale a máxima de que dinheiro tem, falta
gestão”, concluiu o parlamentar.
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Assembleia Legislativa do Estado do Amapá – ALAP
Departamento de Comunicação – Decom
Assembleia Legislativa do Estado do Amapá – ALAP
Departamento de Comunicação – Decom
Fonte: www.correaneto.com.br
BRIGA POLÍTICA DENTRO DO SINSEPEAP PODE PREJUDICAR O MOVIMENTO GREVISTA
Nos últimos dois dias professores contrários a greve e que são a
favor do reajuste de 15,56% oferecido pelo governo do Amapá começaram a
se mobilizar para provocar uma nova
assembleia geral, para que a categoria novamente decida pela manutenção
da paralisação ou pelo fim da mesma. No entanto, o presidente do
Sindicado dos Servidores Estaduais da Educação (Sinsepeap), Aroldo
Rabelo, se mantém irredutível em convocar os professores. Ele argumenta
que a categoria já decidiu sobre esse assunto.
A professora Giorgiana Fonseca, diz que é preciso coerência e que a
intransigência do sindicato não é compartilhada por todos, que segundo
ela são mais de 800 docentes contrários a greve. “Estamos recolhendo
assinatura dos professores e vamos convocar uma nova assembleia. Somos a
favor que se faça uma mesa permanente de negociação, mas sem prejudicar
milhares de estudantes”, desabafou a educadora.
E nesta quinta-feira,03, o grupo que é a favor do fim da greve ocupou
emissoras de rádios e televisão e convocou os professores que também
discordam da atitude do sindicato para que os mesmos assinem o documento
que solicita uma nova assembleia geral.
Segundo o governo, a proposta de fazer um reajuste de 15,56%, é o
maior aumento salarial dada à classe dos professores nos últimos 16
anos. No entanto, o Sinsepap exige do GEA o pagamento do piso salarial
da categoria, estipulado em R$ 1.451,00, o que corresponderia a um
aumento na folha de pagamento do Estado de 33,7%. O governo declara
inviabilidade orçamentária e chegou a apresentar planilhas de custos que
comprovam a indisponibilidade orçamentária do Executivo para reajustar o
salário com este percentual.
(Ricardo Santos é estudante de publicidade e comerciário)
Fonte: www.correaneto.com.br
quinta-feira, 3 de maio de 2012
ESCOLA SÔNIA HENRIQUES BARRETO SERÁ REINAUGURADA AMANHÃ
Após passar por uma reforma que durou três meses a Escola Estadual Profª Sônia Henriques Barreto, a mais antiga instituição de ensino de Laranjal do Jari será entregue à população
de Laranjal do Jari amanhã, sexta-feira, 4/5, às 9h.
Depois de vários anos sem receber reformas importantes e ser castigada por pelo menos quatro enchentes nos últimos doze anos, a instituição passou por uma grande reforma.
Foram investidos mais de R$ 258 mil de recursos do governo do Estado na pintura, troca do forro, do piso, telhado, instalações elétricas, hidráulicas.
De acordo com o diretor da instituição, Juracy Brito, as aulas ficaram paralisadas durante a execução da obra, pois a estrutura estava precária.
De acordo com o diretor da instituição, Juracy Brito, as aulas ficaram paralisadas durante a execução da obra, pois a estrutura estava precária.
“A escola foi 100% reformada, e a partir de segunda-feira os alunos poderão voltar a estudar normalmente, com segurança”, disse.
A Escola Estadual Profª Sônia Henriques Barreto atende atualmente mais 1.580 alunos entre as modalidades: ensino fundamental e médio, além do ensino especial e EJA.
A Escola S.H.B. comporta em sua estrutura, 14 salas de aulas, cozinha, laboratório de informática, sala de ensino especial, sala de vídeo, sala da direção, sala da coordenação pedagógica, secretaria, sala para laboratório, quadra poliesportiva e biblioteca.
Seu corpo técnico possui mais de 100 funcionários entre diretor, professores, pedagogas, merendeiras, zeladores(as), porteiros e vigia.
A Escola Estadual Profª Sônia Henriques Barreto está situada na Avenida Tancredo Neves no Centro de Laranjal do Jari e atende alunos nos turnos da manhã, tarde e noite, especialmente dos bairros Malvinas, Três irmãos, Santarém, Sagrado Coração de Jesus e Central.
Com informações do site: www.correaneto.com.br
Com informações do site: www.correaneto.com.br
MPF/AP suspende concurso público para o cargo de professor indígena
A Justiça Federal suspendeu concurso público (edital nº 7/2012) da Secretaria de Estado de Educação, para o cargo de professor indígena. Novo edital deve ser elaborado com a participação das lideranças dos índios, do Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP), do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e da Fundação Nacional do Índio (Funai).
A sentença atende pedido de liminar do MPF/AP. Para a instituição, o edital não está de acordo com premissas da educação indígena delineadas na Constituição Federal e na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho. Dentre as irregularidades encontradas, está a ausência de participação dos índios na discussão sobre concurso para professor indígena. Outra questão apontada pelo MPF/AP foi a exigência de conteúdos incompatíveis com a realidade indígena local.
O MPF/AP identificou também possibilidade de dúbia interpretação no edital. O item 3.a pode levar à compreensão de que um índio do Oiapoque, falando a língua palikur, poderá se candidatar a professor da área indígena de Pedra Branca do Amapari, onde se fala língua wajãpi. A interpretação é contrária à resolução do Conselho Nacional de Educação. O documento impõe que a atividade docente na escola indígena deve ser exercida por professores indígenas oriundos da respectiva etnia.
A permissão para candidatos com formação em letras ou história concorrerem para professor indígena foi outra inconsistência encontrada no edital. Para o MPF/AP, a formação exigida para o provimento do cargo deveria ser somente licenciatura plena intercultural indígena com habilitação em conhecimento de códigos, linguagens e de ciências humanas.O Estado do Amapá ainda pode recorrer da sentença.
Número para acompanhamento processual: 0001389-47.2012.4.01.3100
Câmara de Teresina aprova reajuste de 24,2% para professores da rede municipal
“Fora Machado”.
Foi com essa palavra de ordem sendo gritada no plenário por sindicalistas contra o secretario de Educação, Paulo Machado, que a Câmara Municipal de Teresina aprovou ontem, 2/5/12, o projeto de lei concedendo um aumento para os professores da rede municipal de ensino.
- Foi a maior vitória de um movimento grevista já realizado em toda a história do Piauí, disse Francisco Sinésio Sousa, presidente do sindicato dos servidores municipais.
O aumento foi de 24,2% para toda a categoria, além de 39% para a gratificação intra-turno, 12% para gratificação operacional e 150 reais para os secretários das escolas.
Além de 10% para os professores com Mestrado e 40% para quem possui Doutorado.
Em frente ao prédio da Câmara, o Sindserm colocou carros de som, faixas e soltou foguetes em comemoração à aprovação no palácio Senador Chagas Rodrigues.
Vários vereadores se pronunciaram na tribuna.
Dos 17 vereadores presentes na sessão de ontem todos votaram favoráveis.
O retroativo - que não foi votado - ainda vai ser discutido entre o sindicato, a prefeitura e o Ministério Público.
"É uma nova etapa das negociação. Prevaleceu o bom senso e a boa vontade da decisão do prefeito Elmano Ferrer", disse a vereadora Graça Amorim, líder do prefeito na Câmara.
As aulas da rede municipal voltaram a ser ministradas hoje, 3/5/2012.
Fonte: www.cidadeverde.com
Foi com essa palavra de ordem sendo gritada no plenário por sindicalistas contra o secretario de Educação, Paulo Machado, que a Câmara Municipal de Teresina aprovou ontem, 2/5/12, o projeto de lei concedendo um aumento para os professores da rede municipal de ensino.
- Foi a maior vitória de um movimento grevista já realizado em toda a história do Piauí, disse Francisco Sinésio Sousa, presidente do sindicato dos servidores municipais.
O aumento foi de 24,2% para toda a categoria, além de 39% para a gratificação intra-turno, 12% para gratificação operacional e 150 reais para os secretários das escolas.
Além de 10% para os professores com Mestrado e 40% para quem possui Doutorado.
Em frente ao prédio da Câmara, o Sindserm colocou carros de som, faixas e soltou foguetes em comemoração à aprovação no palácio Senador Chagas Rodrigues.
Vários vereadores se pronunciaram na tribuna.
Dos 17 vereadores presentes na sessão de ontem todos votaram favoráveis.
O retroativo - que não foi votado - ainda vai ser discutido entre o sindicato, a prefeitura e o Ministério Público.
"É uma nova etapa das negociação. Prevaleceu o bom senso e a boa vontade da decisão do prefeito Elmano Ferrer", disse a vereadora Graça Amorim, líder do prefeito na Câmara.
As aulas da rede municipal voltaram a ser ministradas hoje, 3/5/2012.
Fonte: www.cidadeverde.com
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