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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Brasil é último colocado em ranking sobre pouco retorno dos impostos

Pesquisa do IBPT avaliou as 30 nações com as maiores cargas tributárias.
Brasil é o que oferece o menor retorno em serviços públicos de qualidade.

Entre os 30 países de maior carga tributária do mundo, Brasil é o que oferece o menor retorno em serviços públicos de qualidade à população, mostra pesquisa divulgada nesta terça-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (BPT) Esta é a quarta vez seguida que o país aparece no último lugar no ranking que relaciona volume de impostos à qualidade de vida.
Para chegar ao índice de retorno, o IBPT considerou a carga tributária dos países em 2011, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 2012, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que considera nível de educação, renda e expectativa de vida.
Os Estados Unidos aparece no primeiro lugar como provedor de serviços públicos de qualidade à população, como saúde, educação, segurança, transporte e outros. Na sequência, estão  Austrália e Coreia do Sul. Em 2011, a Austrália tinha ficado na liderança.
O Brasil permaneceu na 30ª posição do ranking porque terminou 2011 com carga tributária de 36,02% do PIB, e ocupa apenas a posição de número 85 no IDH.
Nas últimas posições do rankimg, à frente do Brasil, aparecem Dinamarca (29ª posição), França (28º) e Finlândia (27ª).
"O Brasil continua na retaguarda em termos de qualidade dos serviços públicos, perdendo para os países vizinhos Uruguai e Argentina, que ocupam, respectivamente, a 13ª e a 21ª posições no ranking", destacou o estudo.
Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, o estudo reforça a necessidade de cobrar dos governos federal, estaduais e municipais uma melhor aplicação dos recursos arrecadados para que o volume de impostos cobrados da população seja revertido em serviços público de qualidade, como fazem as demais nações.
"É importante que se diga que todos os cidadãos brasileiros pagam impostos, mesmo aqueles que estão isentos do IPTU e do Imposto de Renda das Pessoa Física, porque consomem produtos e serviços que têm uma alta carga tributária embutida, mesmo aqueles de primeira necessidade, como: arroz (17,24%), feijão (17,24%), carne (23,99%), pasta de dente (31,37%), caderno escolar (34,99%) e outros“, afirma.

Fonte: g1.globo.com

 

Encerrado o período de inscrições do Enem 2013

Com poucos problemas e chegando próximo a casa dos 8 milhões de inscritos, o prazo de inscrições no Enem de 2013 terminou ontem às 23h59.
Segundo balanço divulgado a poucos instantes no site do Ministério da Educação, o número absoluto de inscrições registradas no Enem 2013 foi de 7.834.024, quase 1,5 milhões a mais que a edição de 2012, que teve  6.495.000 inscritos.
Quanto a falha ocorrida na página de inscrições na madrugada desta segunda-feira, o MEC garantiu que o problema foi pontual e resolvido rapidamente.
Como o site não ficou fora do ar, as inscrições que foram feitas naquele momento foram cadastradas com sucesso.
Ainda de acordo com o MEC, um levantamento parcial divulgado às 16h desta segunda-feira (27), revelou que o estado de São Paulo é o que mais tinha candidatos, passando da marca de um milhão de inscritos.
O pagamento da taxa, no valor de R$ 35, pode ser feito até esta quarta-feira (29). Estão isentos os concluintes do ensino médio em 2013, matriculados em escola da rede pública declarada ao Censo Escolar da Educação Básica. Também não precisa pagar a taxa o participante com renda familiar per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio. Importante ressaltar que os candidatos não isentos que não pagarem a taxa terão sua inscrição cancelada.
As 16h desta terça-feira o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, juntamente com o presidente do Inep, Luiz Cláudio Costa, darão entrevista coletiva e divulgarão um balanço com mais dados sobre as inscrições do Enem 2013.

domingo, 26 de maio de 2013

Ceará tem o menor salário médio do País, segundo IBGE

Fortaleza também tem a média mais baixa entre as capitais, ao lado de Teresina
    A pesquisa também revelou que Fortaleza é uma das capitais brasileiras com a menor média de salário. Foto: Reprodução
O salário médio mensal do cearense é o menor do Brasil, ficando em R$ 1.599,40 (2,3 salários mínimos), segundo os dados referentes a 2011 do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o IBGE, o salário médio mensal do cearense é de R$ 1.599,40.
A situação mostrada no Estado, conforme o chefe da unidade estadual do IBGE no Ceará, Francisco Lopes, é um reflexo do que acontece no Nordeste. Ele explica que a grande quantidade de pessoas ganhando salário mínimo provoca essa média tão baixa.
“Tem muita gente ganhando salário mínimo. Por isso fica tão baixo e isso não acontece só no Ceará, mas é uma realidade do Nordeste. No Sul e Sudeste, o número de pessoas com apenas 1 salário é menor, o que deixa a média mais alta”, esclarece o chefe da unidade no Ceará.
Além do Ceará, os outros estados mal classificados são Alagoas, Paraíba e Piauí, com uma média de 2,4 salários mínimos. Os maiores salários médios ficaram com Distrito Federal (6,3), Rio de Janeiro (3,9), São Paulo e Amapá (3,8). O levantamento considerou o valor médio anual do salário mínimo de R$ 544, em 2011.
Fortaleza também tem menor média
A pesquisa também revelou que Fortaleza é uma das capitais brasileiras com a menor média de salário. Ao lado de Teresina, no Piaui, a capital cearense está no fim do ranking, com a média de 2,8 salários mínimos, o equivalente a R$ 2.150, 40.
Apesar do baixo resultado, um comparativo feito entre 2008 e 2011 mostrou que houve, em Fortaleza, um crescimento real do salário médio mensal de 8,4% durante esse período.

Fonte: chicoterra.com

Amapá se prepara para punir crime de assédio moral no serviço público

Os inúmeros casos de assédio moral denunciados pelos servidores públicos do Estado diariamente na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, levaram o deputado Edinho Duarte (PP) e a presidente da CDH, deputada Marilia Góes (PDT) a abrir pela primeira vez a discussão do tema em uma audiência pública realizada esta semana. O resultado das discussões deve nortear a finalização de uma proposta de lei, de Duarte, que pune severamente o crime no Estado

Audiência pública / muitos servidores com medo não foram expor seus casos. Mas o assédio atinge delegados de polícia, procuradores do Estado, médicos, professores e funcionários de diversas categorias       Foto: Erich Macias/AGazeta

Trabalhadores depressivos, angustiados, com crise de competência, irritação, insônia, redução da libido, uso de álcool, drogas e até suicídio, são algumas consequências do assédio moral. No Amapá ainda não chegou a públicon suicídios por conta dessa prática, mas estudos recentes sobre o tema já revelam casos como esse.
Não se descarta que o suicídio da professora da Universidade de São Paulo (USP), Maria da Glória do Nascimento, tenha relação com o assédio moral do qual foi vítima por anos na instituição até ser afastada de suas funções. A tragédia ocorreu em julho de 2011 quando a educadora se jogou do 7º andar do prédio onde morava logo depois de sair da Universidade.
O assunto foi tema de audiência pública na última quinta-feira (16) no plenário da Assembleia e Legislativa do Amapá (AL-AP) proposta pelo deputado estadual Edinho Duarte (PP). O objetivo foi ouvir depoimentos de agentes públicos que sofrem ou já sofreram assédio moral e conscientizar os trabalhadores a denunciar a prática.
A ideia do parlamentar é finalizar o projeto de lei nº 0218/11-AL de sua autoria com base nos relatos proferidos durante a audiência. O projeto de lei dispõe sobre a prevenção e a punição do assédio moral na administração pública do Estado do Amapá.
Convidado para dar seu parecer sobre o assédio moral, o procurador do Estado, Plínio Baima, sugeriu a Edinho Duarte que inclua no seu projeto de lei, os casos em que os administradores públicos exigem excelência de seus subordinados sem dotá-los de estrutura adequada para realizar o que lhes foi delegado. “Isso também é uma espécie de assédio moral”, disse Baima.
O deputado também aproveitou os inúmeros casos que são denunciados diariamente na Comissão de Direitos Humanos da AL-AP, presidida pela deputada Marilia Góes (PDT). “Muitos dos que foram convidados para esta audiência para dar o seu depoimento, não vieram por medo. São servidores da Fundação da Criança e do Adolescente, delegados de polícia, procuradores do Estado, médicos, professores e funcionários de várias outras áreas que estão sendo assediados moralmente - mesmo atuando com competência no seu local de trabalho - única e exclusivamente, por não concordarem com atos do Governo ou por não fazerem parte da gestão do PSB”, disse a parlamentar.  “Temos a consciência de que erradicar o assédio moral é muito difícil, mas podemos minimizar o que isso acarreta na vida do cidadão”.
Oiapoque a nova Sibéria
Mesmo com a abertura do debate no Amapá, as vítimas do problema ainda são arredias para falar publicamente sobre o assunto - como já mencionado pela Comissão de Direitos Humanos - por medo de represália dos assediadores. A imprensa corriqueiramente também recebe denúncias de assédio moral desde que seja preservado o sigilo das fontes.
Dos agentes públicos convidados para dar o seu depoimento no plenário da AL-AP, apenas o delegado de polícia, Ericláudio Alencar, tomou coragem para contar o que aconteceu com ele no seu ambiente de trabalho.
O delegado conta que chegou a ser afastado por 10 dias de suas funções sem motivos plausíveis. “Porque eu sou o teu superior hierárquico então eu quero”, reproduziu Alencar sobre a justificativa da suspensão.
Antes disso, lembra o delegado, um processo administrativo foi aberto contra ele apontando uma série de faltas que teria cometido. “Respondi cada ponto e a comissão de processo administrativo, à unanimidade, opinou pela minha absolvição mandando arquivar o processo”, diz ele.
Ericláudio Alencar depreende que os dois episódios teriam partido na mudança de gestão em 2011, assim que Camilo Capiberibe (PSB) assumiu o Governo do Estado. “Eu tinha um cargo de confiança na gestão passada. É única explicação que se apresenta para determinarem a minha transferência, de uma hora para outra, para o município de Oiapoque. E justificaram tal medida dizendo ser o que a nova administração queria”, conta.
“Argumentei que, hierarquicamente estou na frente de 52 delegados. E disse que o dia que mandassem os 52 primeiros para o interior, na falta de algum deles eu poderia ir sem problema nenhum”, diz Alencar acrescentando que a sua ida para o extremo sul do Amapá não se concretizou, tendo como desdobramento da sua resistência, a suspensão e o processo administrativo que sofreu.
Diante das três situações porque passou - chegando a parar no hospital afetando a sua saúde física e mental -, o delegado define o assédio moral como “uma ameaça invisível, porém real no ambiente de trabalho. Aquilo que nos tira a paz”.

Projetos de lei: mais de 80 tramitam no Brasil todo punindo o assédioA professora e secretária adjunta da Secretaria da Mulher do Sindicato dos Servidores Públicos Federais Civis no Amapá (Sindsep-AP), Maria Silvana Mendes Duarte, foi convidada para falar como o problema é trabalhado dentro dos sindicatos. Antes de seguir com as orientações, a educadora alertou sobre estudos da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Mundial de Saúde (OMS) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) apontando que daqui a duas décadas, o assédio moral vai se transformar numa condição de saúde muito desfavorável ao trabalhador.
Maria Silvana conta que é comum, pessoas que denunciam assédio moral estarem altamente depressivas, angustiadas, mal estar físico e mental, cansaço exagerado, falta de interesse pelo trabalho, insônia, irritação, aumento de peso ou emagrecimento exagerado, aumento da pressão arterial, redução da libido, uso de álcool ou drogas, com crise de choro, crise de competência. “Será que é por minha culpa? É porque eu não desenvolvo o meu trabalho direito”, reproduz a sindicalista sobre o relato dos denunciantes.
A professora lembra que o problema passou a ser denunciado, principalmente a partir de 2000 quando diversas entidades começaram a divulgar levantamentos sobre o assunto. Com isso, parlamentares de vários estados passaram a demonstrar preocupação com o tema e criaram leis que hoje, muitos juízes do trabalho se baseiam para julgar causas de vítimas de assédio moral.
Estados como o Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro já tem legislação própria sobre o assunto. E mais de 80 projetos de lei tramitam em diversos municípios brasileiros. Também está em vigor desde 2009, a Lei nº 11.948 que veda empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a empresas que tenham prática de assédio moral.
Como se prevenir do assédio moral
A sindicalista orientou as vítimas a guardar tudo o que possa ser utilizado como prova de que esteja sofrendo assédio moral. “Assinatura de advertência, bilhetes, mensagens, e-mail, e demais ferramentas que comprovem essa prática devem ser guardadas. Porque é você quem tem que provar que foi assediado moralmente”, recomenda.
Os casos de assédio moral no ambiente de trabalho também podem ser reportados às instituições estaduais vinculadas ao Ministério da Saúde. No Amapá, o órgão responsável é o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cereste). Também podem ser procurados o Ministério do Trabalho, através da Delegacia Regional do Trabalho (DRT) e os próprios sindicatos que dispõem de assessoria jurídica para defender o servidor.
“É difícil, mas não é impossível. Existem várias decisões judiciais favoráveis graças à atuação de advogados particulares ou de entidades representativas das classes de trabalhadores. É preciso tentar todos os caminhos”, diz a sindicalista.
Participaram da audiência pública estudantes estagiários do Centro Integrado Empresa-Escola (CIEE) que tiveram a oportunidade de conhecer o que é o assédio moral e como se prevenir de possíveis práticas que possam ser vítimas futuramente. 
Constituem modalidades de assédio moral de acordo com o projeto de lei nº 0218/11-AL:
I. Desqualificar, reiteradamente, por meio de palavras, gestos ou atitudes, a autoestima, a segurança ou a imagem de agente público, valendo-se de posição hierárquica ou funcional superior, equivalente ou inferior;
II. Desrespeitar limitação individual de agentes públicos, decorrente de doença física ou psíquica, atribuindo-lhe atividade incompatível com suas necessidades especiais;
III. Preterir o agente público, em quaisquer escolhas, em função de raça, sexo, nacionalidade, cor, idade, religião, posição social, preferência ou orientação política, sexual ou filosófica;
IV. Atribuir, de modo frequente, ao agente público, função incompatível com sua formação acadêmica ou técnica especializada ou que dependa de treinamento;
V. Isolar ou incentivar o isolamento de agente público, privando-o de informações, treinamentos necessários ao desenvolvimento de suas funções ou do convívio com seus colegas;
VI. Manifestar-se jocosamente em detrimento da imagem de agente público, submetendo-o a situação vexatória, ou fomentar boatos inidôneos e comentários maliciosos;
VII. Subestimar, em público, as aptidões e competências de agentes públicos;
VIII. Manifestar publicamente desdém ou desprezo por agente público ou pelo produto de seu trabalho;
IX. Relegar intencionalmente o agente público ao ostracismo;
X. Apresentar, como suas, ideias, propostas, projetos ou quaisquer trabalhos de outro agente público;
XI. Valer-se de cargo ou função comissionada para induzir ou persuadir agente público a praticar ato ilegal ou deixar de praticar ato determinado em lei.
XII. Valer-se de cargo ou função comissionada, para tentar persuadir o agente público a votar ou deixar de votar, ou apoiar ou deixar de apoiar, determinado candidato a cargo eletivo.
Pelo projeto de lei nº 0218/11-AL, o assédio moral, conforme a gravidade da falta, será punido com:
I. Repreensão;
II.  Suspensão;
III. Demissão.

Fonte: jornalagazeta-ap

Mais de 40% dos deputados estaduais no Amapá são citados na Justiça

Cristina Almeida (PSB), Edinho Duarte (PP), Jaci Amanjás (PPS), Júnior Favacho (PMDB), Marília Góes (PDT), Michel JK (PSDB), Moisés Souza (PSC), Ocivaldo Gato (PTB), Sandra Ohana (PP) e Telma Gurgel (PSD), são os  dez parlamentares estaduais que venceram nas últimas eleições estaduais, e são citados pela Justiça.
O número corresponde a um pouco mais de 40% dos deputados da Assembleia Legislativa do Amapá (Alap). Desses, cinco estão na sua primeira legislatura.
O levantamento é do site “Excelências”, que faz parte da Organização Não Governamental (ONG) Transparência Brasil.
O campeão é o presidente afastado da Alap, deputado Moisés Souza (PSC), com doze ações movidas contra ele, somente em âmbito da Justiça do Estado. A maioria se refere ao desdobramento da operação realizada pelo Ministério Público do Estado do Amapá (MPE) e Polícia Civil, no ano passado, a Eclésia.
O secretário geral, Edinho Duarte (PP), também afastado pela Justiça, após a operação “Eclésia”, vem em segundo, com onze processos.
A deputada  Marília Góes (PDT), ex primeira dama,  presa na operação “Mãos Limpas”, desencadeada pela Polícia Federal (PF) em 2010, acusada de corrupção por desvio de dinheiro público; possui três processos movidos contra ela.
Com dois processos, cada, estão os deputados Jaci Amanajás (MD), Júnior Favacho (PMDB), e Sandra Ohana (PP).
Cristina Almeida (PSB), Michel JK (PSDB), Ocivaldo Gato (PTB), e Telma Gurgel (PSD) possuem  um processo, cada.
No caso da parlamentar licenciada do PSB, e atual secretária de Desenvolvimento Rural, o Processo Nº2008.31.00.001365-1 TRF 1ª Região Seção Judiciária do Amapá, aponta irregularidades fiscais relativo a imposto de renda de pessoa física.  Segundo dados declarados à Justiça Eleitoral, a parlamentar teve um aumento de 46,7% no patrimônio pessoal.
Já o caso da deputada Telma Gurgel (PSD), de acordo com o Processo nº 2009.31.00.002331-3 - TRF-1 Seção Judiciária do Amapá, a parlamentar é réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal (MPF) devido a  falsificação de documento particular, falsidade ideológica e crimes contra a fé pública.
Telma Gurgel é mãe do deputado federal Vinicius Gurgel (PSD), alvo de ação penal movida pelo MPF por crimes contra a ordem tributária, como diz o Processo nº 0001188-89.2011.4.01.3100 (TRF-1 Seção Judiciária do Amapá). O parlamentar amapaense também é membro titular da Comissão de Minas e Energia (Cme), onde faltou em 28 das 30 sessões, o que corresponde a apenas 7% de assiduidade.
Estudo
As informações no estudo dependem da disponibilidade de dados em cada Corte estadual, havendo grande disparidade de Estado a Estado, isto é, algum parlamentar que é réu ou foi punido, pode estar ausente nos dados divulgados.
Por isso, pode acontecer eventual ausência de menção a processo em que algum parlamentar é réu ou foi punido. Processos que correm em primeira instância só são incluídos quando movidos pelo Ministério Público ou outros órgãos públicos. No caso de contas de campanha rejeitadas, todas as decisões são assinaladas (desde que o político não tenha obtido a anulação da decisão), mesmo que o parlamentar tenha corrigido o problema (no caso de erros formais, por exemplo). São anotadas ocorrências relativas a homicídio, estupro e pedofilia, mas não são incluídos litígios de natureza privada (como disputas por pensão alimentícia), nem queixas relacionadas a crimes contra a honra (porque políticos são freqüentemente alvo desse tipo de processo). Assinalam-se inscrições na dívida ativa previdenciária e na lista de autuados por exploração do trabalho escravo.

 Fonte: chicoterra.com

Número de inscrições no Enem chega a 2,7 milhões

Estudantes têm até dia 27 para fazer registro. Confira os principais pontos do regulamento da edição 2013 da avaliação federal

Com inscrições abertas desde o dia 13 de maio, a edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) já conta com mais de 2,7 milhões de inscritos, segundo informações do Ministério da Educação (MEC).
As inscrições seguem abertas até as 23h59 do dia 27, exclusivamente pela página da avaliação na internet. A taxa de inscrição é de 35 reais e deve ser paga pelos candidatos até o dia 29. Estudantes que vão concluir o ensino médio em 2013 em escolas da rede pública e aqueles que comprovarem baixa renda ficam isentos do pagamento.
A previsão do MEC é que cerca de 6,1 milhões de pessoas se inscrevam para participar da avaliação federal. Em 2012, foram registradas 5,7 milhões de inscrições. No entanto, apenas 4,2 milhões de candidatos compareceram ao exame.
Para este ano, o MEC determinou mudanças na correção da redação do Enem. O objetivo é evitar a ocorrência de deboches, como os que apareceram em textos da edição anterior da avaliação. 

 Fonte: Veja

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Detran inicia a sinalização do trânsito na cidade de Laranjal do Jari

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran/AP), deu início ao processo de sinalização das ruas no município de Laranjal do Jari, durante o período de 20 à 30 de abril. O que causou grandes transtornos no trânsito da cidade no referido período.
Servidores do Núcleo de Engenharia realizaram a primeira etapa de sinalização, permitindo aos condutores uma sinalização mais segura. O Detran/AP realizou a sinalização horizontal e vertical, implantação de um conjunto semafórico e consequentemente promoveu a reorganização do trânsito no município.
A ação foi realizada pelo Departamento Estadual de Trânsito que contou com o apoio direto da Coordenadoria de Trânsito do município de Laranjal do Jari.
Conforme o Núcleo de Engenharia de Trânsito do Detran a ação aconteceu no período da manhã, tarde e se prolongando durante a noite devido à necessidade de reorganizar o trânsito na cidade. As sinalizações são consideradas elementos essenciais para melhorar consideravelmente a trafegabilidade no município.
A avenida Tancredo Neves, a principal via da cidade e as ruas do bairro do Agreste continuam cheias de buracos, lama e poças d'água. Apesar de saber que a solução desse problema não é atribuição desse órgão achamos oportuno fazer essa observação nesse espaço.
No entanto, o Detran está de parabéns por este trabalho e esperamos que num curto espaço de tempo haja a redução dos acidentes de trânsito em Laranjal do Jari.




 

 

 

 

 

 


Fonte: detran.ap