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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Laranjal do Jari pode ser Atingido mais uma Vez por Enchente, diz Defesa Civil

Defesa Civil diz que nível da água elevou 1,6 metro na quarta-feira (2).
Dez militares seguem para Vitória do Jari para acompanhar subida do rio.

Comunidade as margens do rio Jari, em Laranjal do Jari, no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)

Comunidade às margens do rio Jari poderão ser
atingidas por cheia (Foto: John Pacheco/G1)

A Defesa Civil do Amapá está em alerta e vai enviar dez militares na quinta-feira (3) para Vitória do Jari, a 213 quilômetros de Macapá. A equipe acompanhará a elevação do rio Jari, que subiu 1,6 metro nesta quarta-feira (2) e pode causar enchente no município, segundo o coordenador da Defesa Civil, Jerrilson Oliveira. O nível deixou o rio 40 centímetros acima do normal.
De acordo com Oliveira, a situação poderá ficar crítica caso o rio alcance 1,9 metro.  O alerta da Defesa Civil é direcionado aos moradores das casas que ficam à beira do rio Jari. O Corpo de Bombeiros informou que foi montado um plano de ação para ser efetivado quando for atingido o limite de subida do rio.
Coronel Jerrilson Oliveira, coordenador da Defesa Civil (Foto: Cássio Albuquerque/G1)
Coronel Jerrilson Oliveira, coordenador da Defesa
Civil (Foto: Cássio Albuquerque/G1)
"Nenhuma casa foi atingida ainda. Mas estamos nos deslocando para o município a fim de acompanhar o comportamento do rio e orientar as famílias que moram à beira dele", reforçou Oliveira.
A orientação da Defesa Civil é para que as famílias "comecem a interagir com amigos e familiares" para buscar abrigos em caso de desalojamento das residências onde moram.

Enchentes
As enchentes no rio Jari, de acordo com o coordenador da Defesa Civil, são previstas a cada quatro anos. A última aconteceu em 2010 e deixou centenas de famílias desabrigadas. O rio também banha o município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. A cidade também enfrentou enchentes. A última foi em 2011. À época, mais de 3 mil pessoas deixaram suas casas.

Acidente
O rio Jari é o mesmo onde aconteceu um acidente na construção de uma hidrelétrica, em Laranjal do Jari. A tragédia deixou três desaparecidos e uma pessoa morta. A empresa responsável pela obra alegou que a cheia do rio foi a causa do acidente, o que provocou o rompimento da estrutura que sustenta a barragem.

Fonte: G1/AP

 

terça-feira, 1 de abril de 2014

PAVIMENTAÇÃO DO TRECHO MACAPÁ-JARI, DA BR 156 SERÁ TEMA DE AUDIÊNCIA PÚBLICA

Serão 3 reuniões com moradores dos distritos próximos ao trecho.
Projeto orçado em R$ 214 milhões deverá iniciar no 2º semestre.

Trecho do BR 156 receberá 62 quilômetros de asfalto (Foto: Cassio Albuquerque/G1)
Trecho do BR 156 receberá 62 quilômetros de
asfalto (Foto: Ascom/Setrap)
Três audiências públicas serão realizadas nos distritos do Igarapé do Lago, Torrão do Matapi e Vila Nova, nos dias 29 e 30 de março. Os moradores dessas localidades vão se reunir com técnicos da Secretaria de Transportes do Amapá (Setrap), para discussão sobre o projeto de pavimentação do trecho Sul da BR 156, que liga Macapá ao município de Laranjal do Jari. As comunidades estão localizadas nos perímetros do trecho, que compreende também os municípios de Santana e Mazagão.

De acordo com o secretário de Transportes, Bruno Mineiro, as audiências têm o objetivo de anunciar o projeto da obra e quais serão os benefícios e prejuízos para as localidades a partir da execução dos serviços. "É uma exigência da lei federal de licitações que determina que sejam feitas essas ações de publicidade nesses locais. Como é uma obra de grande porte, comunicamos também ao Ministério Público Estadual e Federal, para monitorarem as atividades", explicou.
Bruno Mineiro, secretário estadual de transportes  (Foto: John Pacheco/G1)
Bruno Mineiro, secretário de Transportes do Amapá
(Foto: John Pacheco/G1)
Mineiro informou que o edital de licitação para a execução das obras está pronto e deve ser lançado até segunda-feira (31). A obra custará R$ 214 milhões, oriundos de recursos federais e do governo do estado. Serão 62 quilômetros de asfalto e a previsão para o início dos serviços é para o início do segundo semestre. A obra terá a duração de 36 meses.
O trecho Sul da BR 156 recebe diariamente um grande fluxo de veículos e no período das chuvas, a área chega a ficar interditada por conta dos atoleiros.

Fonte: G1/AP

 

Barragem de hidrelétrica se rompe em Laranjal do Jari

Acidente aconteceu por volta de 2h da madrugada do sábado, 29.
Mergulhadores do Corpo de Bombeiros foram acionados para buscas no local.

Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
Trecho de 15 metros de profundidade foi inundado no Amapá (Foto: John Pacheco/G1)
O Corpo de Bombeiros do Amapá informou que por volta de 2h deste sábado (29) houve o rompimento de uma braçadeira da construção da barragem secundária da Hidrelétrica de Santo Antônio, no município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. Ainda de acordo com os bombeiros, quatro pessoas que trabalhavam no local na hora do acidente estão desaparecidas.
(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que sete pessoas estão desaparecidos. Na verdade, são quatro desaparecidos. O erro foi corrigido às 13h49.)
A barragem rompida é feita de aterro e é necessária para o desvio das águas do Rio Jari. A força da água também danificou um guindaste usado na construção da obra no município. Houve a solicitação da equipe de mergulhadores do Comando Geral dos Bombeiros em Macapá, que já se deslocou para a cidade.
Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal)
Local do alagamento na Hidrelétrica de Santo Antônio, em Laranjal do Jari (Foto: Francisco Pilha/Arquivo Pessoal) Hidrelétrica
A construção da hidrelétrica de Santo Antônio do Jari iniciou em agosto de 2011. Segundo a EDP, empresa responsável pela obra, a usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação previsto para 2014. A geração de energia é suficiente para manter um estado 5 vezes maior que o Amapá, que tem população de 669.526 habitantes (Censo 2010).
O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 quilômetros, e interligará o Amapá ao sistema nacional através do circuito Tucurui-Macapá-Manaus.

Fonte: G1/AP

 

quinta-feira, 6 de março de 2014

O Brasil tem meia Itaipu à espera de aprovação. Por quê?

Belo Monte
 Por que gastamos bilhões com termoelétricas? Será que só na Amazônia existe potencial hidráulico? Estas e outras questões sobre a crise no setor elétrico
A pequena central elétrica de Areia Branca, construída pela EMPA, empresa de Belo Horizonte associada da ABRAPCH
Que o Brasil tem o maior potencial hidroelétrico aproveitável do mundo, isso já sabemos todos. Mas por que não podemos aproveitá-lo? Por que gastamos 23 bilhões de reais durante 2013 com termoelétricas movidas a petróleo e mesmo assim, sofremos apagões? As dúvidas da população sobre o setor elétrico são muitas. E há muitas outras, também sem resposta.
Será que a culpa é dos índios, dos órgãos ambientais e das ONGs? Será verdade que é só na Amazônia que existem novos potenciais hidráulicos, como afirmam algumas autoridades?
Por que razão, tal como nos anos 1970, apenas “mega-hidrelétricas”, de grande impacto ambiental, na Amazônia, são leiloadas pelo governo? Por que elas não podem ter reservatórios? Qual é a norma que prevê essa proibição? Baseada em qual estudo foi ditada?
Por que não se publicam dados sobre o potencial hidroenergético brasileiro? Por que não discutimos a questão energética com a população, inclusive com os índios? Será impossível usar de forma sustentável mais de 160 gigawatts remanescentes, que é 2,6 vezes maior do que os 61 gigawatts em operação?  Por que os 40% deste total, que estão fora da Amazônia, nunca são leiloados pela ANEEL/EPE? Quem escolhe por onde começar essa análise de projetos feita pela ANEEL? A própria ANEEL ou algum órgão ou autoridade? Existe alguma ordem de preferencia? Por que, até agora, só ficam prontos para leilão apenas projetos na Amazônia?
Por que o governo federal, que desde 1941 já realizou mais de 140 conferencias nacionais sobre saúde, educação e meio Ambiente nunca realizou uma Confêrencia Nacional de Energia? Por que o governo não nomeia os dois conselheiros que representam a sociedade no Conselho de Monitoramento do Setor Elétrico, criado em 2004, como manda a lei?
Buscando algumas respostas, em 25 de abril de 2013, a Associação Brasileira de Fomento às Pequenas Centrais Hidroelétricas (ABRAPCH) protocolou na ANEEL um relatório denunciando o atraso daquela agência na análise dos projetos de 640 pequenas hidrelétricas, conhecidas como PCHs, 95% deles situados fora da Amazônia.
O relatório apontou que, em vez “problemas ambientais”, na verdade são as exigências ilegais, impostas pela própria ANEEL, as verdadeiras causas desse atraso injustificado, como concluiu a procuradoria federal do órgão, em vários processos.
Juntas, apesar de pequenas, as PCHs teriam aportado mais de 7.000 MW (meia Itaipu) e já estariam prontas há seis anos e seriam construídas não na Amazônia, onde o licenciamento ambiental é muito difícil, mas no sudeste e no centro/sul, junto aos centros de carga, dispensando grandes linhas de transmissão.
Nos horários de “pico”, as PCHs têm a grande vantagem de entregar ao sistema a energia que acumularam durante o dia em seus pequenos reservatórios, aliviando a carga das linhas de transmissão de longa distância. Isso diminui o risco de problemas no percurso derrubarem o “castelo-de-cartas” que se tornou a rede elétrica do sudeste, estressada pelo crescimento da carga sem investimentos suficientes em geração de fonte hídrica na região.
Ambientalmente falando, as PCHs têm alagamento médio menor do que 15 campos de futebol e regularizam os rios, recompõe a vegetação das margens em suas áreas de preservação permanente, diminuindo a erosão, ajudando a evitar enchentes.
Sem qualquer resposta, um ano depois de nossa denúncia, protocolamos na ANEEL, na semana passada, outro relatório. Desta vez, anexamos um pedido para a formação de uma comissão de sindicância, para apurar os fatos e as responsabilidades.
Mostramos, com indicadores gerenciais da própria ANEEL, que há uma crescente na já baixíssima produção do órgão na aprovação não apenas de projetos de hidrelétricas grandes e pequenas, mas dos inventários de novos potenciais.
Segundo os números, a agência aprova menos de 35 projetos de pequenas usinas por ano, com uma média de 268 MW. Nessa velocidade, para aprovar os projetos atuais, a agência gastaria 22 anos.
O relatório mostra que, devido aos derivados importados para as térmicas, o saldo da balança comercial caiu de 19 bilhões de dólares em 2012 para 5,4 bilhões em 2013, no sentido contrário aos esforços para superar crise econômica.
Mostramos também que se considerarmos o país como um todo existe realmente uma “folga” na geração. Mas a situação é muito instável na região sudeste/centro-oeste, devido ao seu déficit energético que hoje é de 2100 MW, mas que vai chegar a 6.700 MW em 2018, quase meia Itaipu.
Foram simulados no trabalho mais de 10 mil cenários para todas as falhas simultâneas e possíveis no nosso sistema, considerando características físicas e elétricas o tempo de vida de cada uma das linhas de transmissão.
O resultado é assustador e prevê que em 2018, se nada continuar a ser feito no sudeste em termos de geração hidrelétrica remanescente, enfrentaremos 14,67 dias com eventos de perda severa de grandes cargas no Sistema Interligado Nacional. E que, ainda em 2014, devamos sofrer ainda 2,83 apagões além do que ocorreu no dia 5 de fevereiro.
É preciso que a sociedade conheça mais sobre esses assuntos e ajude a abrir mais essa “caixa-preta”. Acessar nossos relatórios, escritos em linguagem bem acessível, pode ser uma boa alternativa individual. Mas difundir a necessidade de uma Conferência Nacional de Energia assinando nossa petição “on-line” é uma atitude bastante coerente. Para ajudar, visite a www.abrapch.org.br e conheça mais sobre o setor elétrico brasileiro e suas estranhas perguntas sem resposta. O resultado é sempre um só: gastar mais derivados de petróleo importados, caros e poluentes.
( Ivo Pugnaloni é engenheiro eletricista, presidente da Associação Brasileira de Fomento às Pequenas Centrais Hidrelétricas – ABRAPCH e do Grupo ENERCONS, tendo sido diretor da COPEL) 

 Fonte: www.cartacapital.com

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

ESCOLA SÔNIA HENRIQUES BARRETO RECEBERÁ ÔNIBUS ESCOLAR NOVO

Os municípios de Laranjal do Jari, Oiapoque, Pedra Branca, Porto Grande, Santana e Vitória do Jarí serão os primeiros beneficiados com os ônibus adquiridos pela Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio do programa Caminho da Escola.
Inicialmente, chegaram oito veículos para transporte de alunos do interior, mas, ao todo, serão 32 unidades que chegam no decorrer de 2014 e 2015. Foram investidos R$ 7,5

milhões na aquisição.
O coordenador de Administração da Seed, Jean Paulo Gomes, enfatiza que a aquisição desses ônibus é proveniente de um convênio com o Governo Federal. "Esse é o resultado de um trabalho árduo da equipe da secretaria, que se empenhou muito no final do ano passado para não perder os recursos destinados ao programa", acentuou.
Os ônibus vão garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural do Estado.
A Seed adquiriu os veículos através de adesão ao registro de preço nacional, por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR), e optou por encomendar sete ônibus com plataforma de acessibilidade para o transporte de estudantes com deficiência e um ônibus rural 4×4. Cada veículo tem capacidade para 59 alunos sentados e um cadeirante.
Os ônibus irão atender os seguintes municípios e escolas: Laranjal do Jari – Escola Estadual Sônia Henrique Barreto; Oiapoque – João Batista Macial; Pedra Branca – Maria Helena Cordeiro; Porto Grande – Escola Estadual Elias Trajano; Santana – Escola Estadual Alberto Santos Dumont; Vitória do Jari – Escola Estadual Munguba do Jari. Em Macapá ficarão dois ônibus que atenderão a demanda da Escola de Tempo Integral Padre João Piamarta e os programas Projovem Urbano e Onda Jovem.
Caminho da Escola
Criado em 2007 como parte do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o programa Caminho da Escola tem entre os objetivos renovar a frota de veículos escolares, garantir a segurança e a qualidade do transporte dos estudantes. O programa também visa à padronização dos veículos, à redução dos preços e ao aumento da transparência nas aquisições.

Fonte: chicoterra.com

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Profissão vencer

Por: Prof. Edison Andrades é escritor, palestrante e sócio da Reciclare 
Ouvimos todos os dias que as coisas estão mudando, que o mundo está cada vez mais exigente e que a mão de obra qualificada está em extinção. Fiquei analisando um pouco esses fatores, aparentemente tão óbvios e que, com certeza, afetam a realidade de todos nós. Mas o que, diretamente, tudo isso poderia alterar na vida de uma nação? Já que nosso país ocupa a sétima posição no mundo, em relação ao ranking de PIBs?
Exportamos muita coisa e, em meio a tantas crises mundiais, ainda não estamos em recessão! Como explicamos os efeitos, por exemplo, da escassez de qualificação profissional, inclusive na área médica, quando aumentamos vertiginosamente o grau de instrução de nosso povo nos últimos vinte anos? Até sediar uma copa do mundo faremos em breve. Onde estão os reflexos? O fato é que tudo isso é verdade, tanto o desenvolvimento quanto a escassez são reais, mas, antes de olharmos nosso país por um telescópio, como uma nação em desenvolvimento e crescimento, precisamos vê-lo através de um microscópio, ou seja, atentar para o detalhe do cotidiano dos habitantes.
Nossos jovens representam 40% dos desempregados do Brasil. Aproximadamente 20% das pessoas entre 15 e 23 anos pertencem à geração “Nem Nem” (Nem estudam e Nem trabalham), portanto devemos ter cuidado com o ângulo assumido por nossa visão! Se optarmos por um olhar holístico e generalista, nosso país parecerá bem, mas nossos profissionais e algumas de nossas empresas estão perdidos: “batendo cabeça”. Pessoas precisando se qualificar, pois nosso ensino básico completou 350 anos sem grandes alterações. Modelo chato que não atrai ninguém para a sala de aula. Qualificação escolar básica fraca resulta em uma gama de problemas.
Dentre tais problemas, temos pessoas que se esforçam e buscam um curso universitário, mas sofrem para acompanhar as aulas, já que lhes faltou o alicerce. Algumas universidades se tornam coniventes com tudo isso e “pegam leve” na hora da cobrança, ou seja, não podem exigir demais do aluno diante do fato de que ele não consegue acompanhar o ritmo e nível das aulas. Caso o reprove, a instituição corre um sério risco de perder seu “cliente”. No entanto essa postura gera um efeito cascata que se reflete na diminuição da qualificação profissional e humanística dos indivíduos. Mas tudo bem, pois, nas estatísticas (políticas), elevamos os índices de instrução no país: uma piada! As empresas precisam contratar, mas não podem exigir demais, já que, caso o façam, não preenchem suas vagas. E assim o ciclo vai se realimentando.
Mas e o profissional de mercado? O que deve fazer em meio a esse tiroteio? Precisa vencer. Sim, essa é a exigência básica. Ainda bem que temos uma escolha. Optamos por nos tornar vítimas desse contexto e deixar a vida nos levar, ou buscamos, por meios próprios, aprimoramento, interesse e gosto por aquilo que fazemos. Ainda que intelectualmente estejamos aquém do exigido, podemos mudar nossas atitudes no meio em que habitamos. Caráter, ética, bom humor e amor pelo próximo ainda não são ensinados na escola. E essas características também estão em extinção nas organizações. Saiba que tais adjetivos também podem tornar você um profissional vencedor. 

Fonte: jcconcursos.uol.com.br

sábado, 1 de fevereiro de 2014

PURA VERDADE

Quando... É jovem, não tem experiência. É velho, está superado. Não tem automóvel, é um coitado.Tem automóvel, chora de "barriga cheia". Fala em voz alta, vive gritando. Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".Precisa faltar, é "turista"Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos, a escola .Não conversa, é um desligado.Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.Não brinca com a turma, é um chato.Chama à atenção, é um grosso.Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.A prova é curta, tira as chances dos alunos.Escreve muito, não explica.Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.Exige, é rude.Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.O aluno é aprovado, "deu mole".

É, o professor está sempre errado mas,se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

 Fonte: dessafofs.blogspot