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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Senado aprova o Plano Nacional de Educação

O projeto aprovado pelo Senado, nesta terça-feira (17), que estabelece o novo Plano Nacional de Educação (PNE) para um período de dez anos é o substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), apresentado em Plenário com parecer favorável do relator Eduardo Braga (PMDB-AM). Ele retoma a proposta original do governo com poucas alterações.
O texto, que prevê metas para o período de 2011 a 2020, tramita há três anos no Congresso e ainda terá de voltar à Câmara dos Deputados. O PNE tem 14 artigos, 21 metas e 177 estratégias que visam, entre outros objetivos, erradicar o analfabetismo e universalizar o atendimento escolar, com o aumento de vagas em creches, ensino médio, profissionalizante e universidades públicas. Além da ampliação do acesso à educação básica e ao ensino especial, preferencialmente nas escolas regulares.
O plano ainda prevê a destinação de 10% do produto interno bruto (PIB) para a educação e a qualificação dos professores e dos demais profissionais da área. O substitutivo do senador Vital do Rego também assegura a compatibilização de programas de expansão de educação profissional e superior (inclusive na forma de incentivo e isenção fiscal); de bolsas de estudos concedidas no Brasil e no exterior; de subsídios concedidos em programas de financiamento estudantil; e do financiamento de creches, pré-escolas e de educação especial.
Metas e estratégias
O substitutivo faz referência aos balanços do setor público nacional e às contas como parâmetro para aferição das metas do PNE. Além disso, acrescenta que as informações devem ser organizadas por ente federado.
O plano assegura à população de quatro a 17 anos sistema educacional inclusivo nas escolas regulares, assegurando também o acesso ao ensino especial para crianças com deficiência, com os repasses do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). É a garantia de continuidade, por exemplo, do trabalho da Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae), Instituto Pestalozzi,  Instituto Benjamin Constant (IBC) e o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
Alfabetização
A meta 5 estabelece que a partir do sexto ano do PNE a alfabetização comece aos sete anos, reduzindo-se essa idade para os seis anos a partir do décimo ano de vigência do plano.
Foi mantida a estratégia original de educação em tempo integral, com previsão de permanência dos estudantes por sete horas nas escolas, acompanhamento pedagógico, oferta de novos conteúdos, e direito à alimentação.
O plano também prevê a compatibilização da jornada escolar com atividades recreativas, esportivas e culturais. E ainda a ampliação progressiva da jornada de professores em uma única escola.
Professores
O projeto assegura aos professores formação inicial prevista na Lei de Diretrizes e Bases (Lei nº 9.394/96). Trata-se de profissionais habilitados em nível médio ou superior para lecionar na educação infantil e no ensino fundamental e médio; trabalhadores em educação com diploma em pedagogia, habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas; e os portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim.
O plano sugere também novas estratégias para estimular a expansão da oferta de formação inicial de professores em cursos diurnos, com o suporte de bolsas de estudo e a dedicação integral dos alunos. Prevê também formato específico na formação de professores para a educação profissional, que valorize a experiência prática.
Financiamento
O PNE prevê a destinação, até o final do período de dez anos, de pelo menos 10% do produto interno bruto (PIB) para a educação. Faz referência ainda à parcela da participação no resultado ou da compensação financeira pela exploração de petróleo, gás natural e outros recursos.
Os recursos públicos serão destinados também para o financiamento de bolsas de ensino para estudantes em universidades privadas. Ficam asseguradas, portanto, iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies); e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico (Pronatec).
Qualidade
Vital do Rêgo acrescentou estratégia para o estabelecimento de políticas de estímulo às escolas que melhorem o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).
O Custo Aluno-Qualidade (CAQ) foi definido como indicador prioritário para o financiamento de todas as etapas e modalidades da educação básica. Da mesma forma, a emenda propõe a criação do conceito de Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi), como primeira etapa para implantação do CAQ no oitavo ano de vigência do PNE.
Meta 21
Vital do Rêgo ainda acolheu em seu substitutivo sugestão do senador José Sarney (PMDB-AP) e inseriu uma nova meta, a 21, para ampliar a produção científica brasileira, assunto não tratado em nenhum dos textos anteriores. O objetivo é que o país figure no grupo dos dez maiores produtores de novos conhecimentos no mundo. A proposta dá ênfase à pesquisa, desenvolvimento e estímulo à inovação, com a formação de quatro doutores para cada mil habitantes.
Agência Senado
Fonte: boainformacao.com.br

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

E.E. PROFª "SÔNIA HENRIQUES BARRETO" REALIZA XI EXPOSÔNIA



A E. .E  de Ensino Fundamental e Médio Profª "Sônia Henriques Barreto", realizou no sábado, 14/12 a XI EXPOSÔNIA que teve como tema "Um olhar científico sobre o vale do Jari, uma oportunidade dos professores e alunos mergulhar na cultura e na realidade local, conhecerem e apresentarem e exporem de maneira científica  para a sociedade laranjalense o resultado de semanas de pesquisa e trabalho instigantes  sobre temas voltados para o contexto regional.
A seguir fotos referentes desse importante projeto da mais tradicional escola de Laranjal do Jari.

















quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Homem tenta assaltar vigilante de obra do MP e é surpreendido com tiros

Episódio ocorreu na madrugada desta quarta-feira, na Zona Sul de Macapá.
Homem não foi capturado pela polícia.

 Um homem armado com faca invadiu o canteiro de obras onde está sendo construído o prédio do Ministério Público do Amapá, no bairro Araxá, Zona Sul de Macapá, na madrugada desta quarta-feira (11). Ele tentou assaltar o vigilante do local, mas foi surpreendido por outro profissional que fazia a segurança da área.


Os vigilantes efetuaram dois disparos contra o assaltante, que fugiu do local pulando o muro de proteção do prédio, segundo informou o Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes). O suspeito permanece foragido.
Corpo encontrado
O corpo de um homem foi encontrado no fim da tarde desta terça-feira (10) em um local denominado Ramal do Dionísio, nas proximidades do município de Laranjal do Jari, a 265 quilômetros de Macapá. A informação é do Ciodes.

Segundo a Polícia Técnico-Científica (Politec), análise preliminar aponta que o cadáver era de uma pessoa de aproximadamente 20 anos. A morte teria sido provocada por pauladas, conforme atestou o órgão, responsável pela remoção do corpo.

Fonte: G1/aP

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

O 4º Congresso Nacional do PSOL elegeu, domingo, o senador do Amapá Randolfe Rodrigues como candidato do partido para as eleições presidenciais de 2014.


O 4º Congresso Nacional do PSOL elegeu, domingo, o senador do Amapá Randolfe Rodrigues como candidato do partido para as eleições presidenciais de 2014.  O congreso também elegeu como presidente da legenda Luiz Araújo, professor substituto da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) e assessor da liderança do partido no Senado.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), as legendas têm entre 10 e 30 de junho de 2014 para realizar as convenções partidárias que oficializarão os candidatos e coligações para as eleições de outubro do ano que vem.
Luiz Araújo, que venceu a eleição para presidente do partido,  disputada com candidatos de duas chapas, é mestre em políticas públicas em educação pela UnB. Foi secretário de Educação de Belém, entre 1997 e 2002, e presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 2003 e 2004. Ele vai substituir o deputado federal Ivan Valente (SP).
Segundo a assessoria do PSOL, cerca de 600 militantes participaram do congresso, entre delegados e observadores eleitos nos congressos estaduais de todas as regiões do país. O evento, realizado este ano em Luziânia, no Centro de Treinamento Educacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Indústria (CNTI), ocorre a cada dois anos
Além da escolha do novo presidente do partido e do candidato à Presidência, o Congresso também aprovou resoluções sobre conjuntura nacional e internacional e a atuação da legenda para os próximos anos. 
Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Falta de aduana impede abertura de ponte no Amapá

No extremo Norte do Brasil, jaz uma reluzente, colossal e ainda inútil obra do governo federal. A ponte binacional sobre o Rio Oiapoque, na fronteira do Amapá com a Guiana Francesa, está pronta para integrar os dois lados desde junho de 2011. Mas até agora, 30 meses depois da entrega, ninguém pode cruzar oficialmente os 380 metros das suas arcadas estaiadas.
Emblemática da lentidão da burocracia para concluir obras públicas no País, a “obra de arte especial”, como é chamada no jargão da engenharia, foi construída em dois anos ao custo de R$ 71 milhões - a conta foi rachada com a França, metrópole do território ultramarino.
Até aqui, a ponte rodeada de floresta equatorial funciona mais como um muro a impedir a circulação de mercadorias e pessoas, obrigadas a usar voadeiras e catraias (pequenos barcos locais) para cruzar a fronteira até Saint George de L’Oyapock, na outra borda do manso Rio Oiapoque.
Isso porque a construção da aduana brasileira só começou há quatro meses. E está longe da conclusão, prevista para novembro de 2014. O projeto deve consumir R$ 13,7 milhões dos cofres públicos, mas o governo do Amapá gastará outros R$ 6 milhões na ligação de dois quilômetros entre a ponte e a BR-156.
A demora amazônica da obra liquidou a possibilidade de uma inauguração oficial pelos presidentes Dilma Rousseff e François Hollande em dezembro - o francês deve estar em Brasília no dia 12. Há dez dias, na capital Macapá, o senador José Sarney (PMDB-AP) anunciou um encontro presidencial na fronteira. O gesto, visto como ato de campanha eleitoral, irritou o governador Camilo Capiberibe (PSB) e deixou o Itamaraty em “saia-justa” com os franceses.
Na dúvida, e pressionado a garantir eventual presença ilustre, o governo federal está erguendo um “puxadinho” emergencial de R$ 850 mil para ser usado como aduana provisória até terminar a obra definitiva.
Sob o sol impiedoso da linha do Equador, estão sendo montados módulos pré-fabricados de madeira e alumínio, sob tendas de lona branca em forma de pirâmide. São estruturas semelhantes a stands de feiras agropecuárias, levadas de caminhão por 5 mil km e 12 dias entre Joinville (SC) e Oiapoque - incluindo a balsa sobre o Rio Amazonas. Até agora, dez viagens. Mesmo com o “puxadinho” pronto, a fronteira permanecerá fechada até a assinatura de acordos bilaterais sobre exigências legais essenciais. O Itamaraty admite que a ponte não será aberta sem a assinatura desses acordos.
A comunidade local reage. “Aqui, é tudo ‘encantado’, tudo é muito lento. Quando demora pouco, leve seis meses. Faltam técnicos para projetos. Essa BR tem mais de 30 anos e não está pronta”, diz o prefeito de Oiapoque, Miguel do Posto (PSB). O superintendente do Sebrae, João Carlos Alvarenga, resume: “Essa ponte virou um muro. Terminar a obra é só um primeiro passo”. Importador de pneus, o empresário Raimundo Batista diz que “pior é que nada nem é mais prometido”.
No lado guianense, a aduana está pronta. As guaritas de alvenaria são vigiadas por um efetivo da polícia francesa de fronteira. Na quinta-feira, o Estado presenciou alguns operários construindo um belvedere de frente para o rio e retocando o paisagismo na cabeceira da ponte.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) explica o atraso pela dificuldade de selecionar empreiteiras para realizar as obras, cuja licitação foi ignorada em duas tentativas.
Fonte: Ministério dos Transportes
Fornecedora da Infraero, a catarinense Paleta, que terminava obra em Teresina (PI), só aceitou após carta-convite do diretor-geral do Dnit, general Jorge Fraxe. “Expedi convites a uma dezena de empresas. Só a Paleta respondeu”, disse ao Estado, na quinta, durante visita a Oiapoque com o secretário estadual de Transportes, Bruno Mineiro.
A origem do atraso, avalia, está na separação das obras da ponte e da aduana. A greve de 74 dias no Dnit a partir de junho deste ano, a complexa logística para operar no local e o implacável regime de chuvas da região, afirma, complicaram os planos.
“Vamos terminar a aduana provisória agora, no início de dezembro, e entregar a obra definitiva em maio, bem antes do prazo.” Fraxe diz já ter enviado computadores e material de escritório para a aduana. “Minha parte eu estou fazendo.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: noticias.yahoo.com

domingo, 1 de dezembro de 2013

ANEEL AUTORIZA CEA REAJUSTAR TARIFA DE ENERGIA ELÉTRICA

O aumento médio linear será de 28,67% para os consumidores

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira, 26, o Reajuste Tarifário Anual provisório da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), com um aumento médio linear de 28,67% para os consumidores, valendo tanto para alta quanto para baixa tensão.
O diretor da Aneel responsável pelo processo, André Pepitone, destacou que a CEA tem as tarifas mais baratas dentre todas as 63 distribuidoras do País e, mesmo com o reajuste superior a 28%, ocupará apenas a 60ª posição no ranking de tarifas.
Os novos valores para as cerca de 170 mil unidades consumidoras no Amapá entram em vigor em 30 de novembro.

Fonte: exame.abril

Ex-prefeita diz que pagou salário de servidores com dinheiro de convênio

Euricélia Cardoso assumiu ter cometido improbidade administrativa.
Ex-prefeita de Laranjal do Jari é suspeita de desvio de dinheiro.

A ex-prefeita de Laranjal do Jari, no Amapá, Euricélia Cardoso, disse ter cometido improbidade administrativa ao usar R$ 1,3 milhão de um convênio destinado a obras de abastecimento de água no município para quitar o salário dos servidores em outubro de 2012. A afirmação da ex-prefeita aconteceu nesta quarta-feira (27), um dia depois de ser colocada em liberdade. Euricélia ficou em uma cela por cinco dias na penitenciária do Amapá após ser presa pela Polícia Federal (PF) durante aoperação 'Citrus', deflagrada no dia 22 de novembro.
O dinheiro usado por Euricélia para pagar servidores seria de um convênio assinado com a União. O repasse foi intermediado pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa), que também teve o gestor local preso na ação da PF.
A assessoria da Funasa informou que foram enviados R$ 7 milhões a Laranjal do Jari em 2007 de um total de R$ 29 milhões. Além de Laranjal do Jari, a PF investiga supostos desvios de dinheiro em convênios da Funasa com Oiapoque. Ao todo, os convênios com os dois municípios para obras de abastecimento de água somam R$ 45,5 milhões.
Ex-prefeita concedeu entrevista coletiva
acompanhada por três advogados (Foto: Abinoan
Santiago/G1)
Euricélia justificou que o desvio do recurso destinado para obras de abastecimento de água no município aconteceu em 2012 por causa da queda de R$ 1,8 milhão na arrecadação no Fundo de Participação dos Municípios (FPM) destinado a Laranjal do Jari naquele ano.
"Usamos R$ 1,3 milhão. Para repor esse dinheiro, tínhamos reais possibilidades que somavam R$ 9 milhões. Mas não consegui sanar essa situação em dezembro e dei conhecimento ao prefeito eleito [Zeca Madeireiro] para que ele pudesse dar prioridade nessa questão porque de fato nós havíamos cometido improbidade administrativa", explicou Euricélia Cardoso.
Zeca Madeireiro assumiu o cargo, mas foi cassado em 19 de novembro pelo Tribunal Regional Eleitoral do Amapá (TRE/AP), que entendeu ter recebido favorecimento ilícito de Euricélia durante as eleições de 2012.
Prefeitura de Laranjal do Jari, a 265 quilometros de
Macapá (Foto: Reprodução/TV Amapá)


A ex-prefeitura, que atualmente é presidente da Associação dos Municípios do Estado do Amapá (Ameap), ainda disse estar "com a consciência tranquila" em relação as acusações da Polícia Federal.
"Estou com a minha consciência tranquila porque não usurpamos dinheiro público para uso próprio, tanto que ao enviarmos o relatório ao TCU [Tribunal de Contas da União], mostrando a queda de arrecadação da receita, mas sei que para o tribunal, nada disso tem importância porque não justifica pegar um recurso do Governo Federal emprestado. Eu imaginava que nossa punição seria pagar uma multa pelo dinheiro remanejado", afirmou Euricélia Cardoso.
A ex-prefeita não soube informar quanto do dinheiro recebido para investir na construção de sistemas de abastecimento de água em Laranjal do Jari foi executado em obras. Apesar disso, o município que é o terceiro maior do estado, tem uma das melhores coberturas de água tratada, com 88,3% de 9.830 domicílios, segundo o Instituto de Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Euricélia está sendo investigada por peculato, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Ela concedeu entrevista acompanhada por três advogados. Um dos membros da defesa, Maurício Pereira, afirmou que "nenhum administrador tem permissão" para realizar o semelhante remanejamento feito pela cliente dele. "Foi um erro administrativo, mas sem dano doloso ou de má fé. Infelizmente acabou dando nisso", argumentou.
Sobre o indício de pagamentos antecipados às empresas prestadoras de serviço, apontado pela PF, o advogado disse não ter "conhecimento da prática" durante a gestão da ex-prefeita.

Operação
Cerca de 120 agentes cumpriram 12 mandados de prisão temporária, 7 conduções coercitivas e 19 mandados de busca e apreensão na operação 'Citrus' no Amapá, Pará, Tocantins, Minas Geraise no Distrito Federal. A investigação foi iniciada há 5 meses a partir de irregularidades constatadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU).
Ao todo, 7 pessoas foram presas no Amapá em 22 de novembro. Além de Euricélia Cardoso, o ex-prefeito de Oiapoque, Aguinaldo Rocha, e o superintendente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no Amapá José Roberto Galvão, também foram detidos.
O gestor da Funasa cumpriu prisão domiciliar desde o dia 23 de novembro por apresentar problemas de saúde. O ex-prefeito de Oiapoque cumpria prisão temporária no Centro de Custódia do referido município. Todos foram soltos à 0h de terça-feira (26).

Fonte: G1